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Comentário · mês passado
Dr. Flávio Tartuce.
Em toda democracia autêntica há respeito à maioria do credo religioso dos seus povos. As divergências são saudáveis, mas com o devido respeito às minorias. Isto significa que umas não pode prejudicar as outras, mas todas conviverem harmoniosamente, ainda que, em algumas nações, este comportamento seja praticamente impraticável, devido as doutrinas conflitantes. Atualmente se dizem que há no mundo três religiões monoteístas, porém isto não inteiramente verdadeiro, concessa vênia. De um lado o judaísmo, que já se bipartiu em ortodoxos cristãos messiânicos. Do outro o cristianismo, com seus segmentos católico, evangélico e outros subgrupos. Estas duas religiões são, em parte, monoteístas. Num terceiro boco estão os islâmicos, que se dizem monoteístas, mas, na ralidade, são deístas e não teístas. Segundo as Escrituras judaico-cristãs temos o ensinamento do apóstolo Pedro que, acerca da matéria ora em abordagem, calham bem duas passagens bíblicas. A primeira está na 1ª Carta de Pedro aos cristãos apostólicos, em cujo 13 e 14 e 15, verbis: "Sujeitai-vos, pois, a toda ordenação humana por amor ao Senhor; quer ao rei, como superior, quer aos governadores como por ele enviados... porque assim é a vontade de Deus". Ainda segundo o ensino do apóstolo Pedro, registrado pelo evangelista Lucas, no livro de Atos, capítulo 5, verso 29, há uma hierarquia doutrinária, segundo a qual, aqui parece divergir, verbis: "Porém, respondendo Pedro e os apóstolos, disseram: Mais importa obedecer a Deus do que aos homens". Destas duas passagens bíblicas extrai-se a seguinte conclusão: Num país de maioria cristã, a sua
constituição federal deve se alicerçar, antes, no livro sagrado - a Bíblia; Num país de maioria islâmica, a sua constituição nacional de leis deve se apoiar num paralelo do Alcorão. Assim os povos viveriam em paz. Só para ilustrar o quanto vale o respeito às duas instituições - bíblia e constituição - temos o exemplo do Estado de Israel, onde os judeus, ainda que profeticamente ameaçados, convivem com os árabes de maioria islâmica.

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